Muitos sites, blogs e portais destinam espaços para a publicidade, contudo, muitas vezes, o e-commerce precisa de um intermediador para anunciar. É nesse contexto que surge a mídia programática, que permite não só encontrar os melhores espaços, mas também automatizar a publicação dos anúncios e medir seus resultados.

No post de hoje, você vai conhecer um pouco mais sobre o conceito e as vantagens da mídia programática, além de receber sugestões de como começar a investir nessa forma de divulgação. Acompanhe!

O que é mídia programática?

A mídia programática é uma forma de automação que permite aos anunciantes encontrarem (e anunciarem) o espaço publicitário que mais vai gerar resultados positivos. Tudo é feito a partir de um software que dispõe de um painel de controle para avaliar todas as postagens, sem a necessidade de negociação entre o anunciante e o publisher.

O anunciante compara as opções, determina o valor que pagará e compra o espaço. A ideia é que o anunciante encontre a solução mais eficaz, em sites ou blogs que tem um público semelhante ao seu.

Como funciona a mídia programática?

Nas mídias tradicionais, o valor do espaço é determinado pelo canal que o disponibiliza para anunciantes. Para fixar esse valor, leva-se em conta a audiência, como o espaço no intervalo das telenovelas, que é mais caro do que o espaço em um programa fora do horário nobre.

Na mídia programática, no entanto, o anunciante compra o espaço de acordo com perfil do seu público. Por exemplo, homens de 30 anos que jogam futebol. O intuito aqui é comprar o espaço de acordo com o perfil que deseja atingir, independente do horário ou local em que vai acessar.

Essa forma de publicidade só é possível por conta da grande capacidade de coletar dados na web. A partir de um inventário de audiência, o anúncio se torna mais assertivo, uma vez que é possível levantar muitas características referentes ao tráfego e às pessoas que acessam o site.

Quais os primeiros passos?

Antes de tudo, os investidores devem entender o conceito e os formatos dos anúncios existentes. Entre eles, estão o CPV (custo por visualização), CPC (custo por clique), COM (custo por mil impressões), CPA (custo por aquisição) etc. Ocorre que todos eles são negociados em leilões por meio de um software.

Definir aquele que mais se adéqua a uma ação ou campanha se dá a partir de objetivos claros, além do público que deseja impactar, os formatos que o anunciante vai utilizar (banner, vídeo, mobile), entre outros pontos.

O passo seguinte é definir qual ferramenta utilizar. As mais simples são as DSPs — Demand Side Platform —, em que o anunciante adquire inventários dos espaços mais relevantes para a campanha. A partir daí, é possível definir os valores, que podem ser fixos ou variáveis (conforme os lances de outros anunciantes).

Quais as vantagens desse tipo de publicidade?

A principal delas é a possibilidade de automatizar processos, proporcionando resultados expressivos sem ter que despender muito tempo para isso. Há uma maior assertividade dos anúncios, uma vez que são exibidos para pessoas que estão mais propensas a vê-los.

Quem anuncia em mídia programada pode monitorar suas campanhas. O anunciante vai ter acesso ao exato alcance delas por meio de dados, como o número de conversões e de leads qualificados. São métricas que ajudam a entender a campanha e a fazer ajustes pontuais.

Com isso, o e-commerce tem um melhor aproveitamento dos recursos de marketing, uma vez que será mais rápido analisar e comprar espaços. Dessa forma, a equipe pode dar atenção a outras tarefas e buscar alternativas de apoio às suas ações mercadológicas.

Apesar de alguns e-commerces ainda serem relutantes quanto ao uso de mídia programática, ela se mostrou uma forte tendência, capaz de trazer muitos benefícios aos negócios virtuais. É uma forma bastante em conta de investir em publicidade assertiva, o que reflete na lucratividade e na saúde financeira da empresa.

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