Os canais de venda on-line são opções a mais para as lojas virtuais que querem ampliar seus resultados, conquistar novos nichos e crescer. Marketplaces, comparadores de preços e redes sociais mostraram-se muito eficientes, gerando renda extra e trazendo um diferencial para os negócios que funcionam também pela internet.

Neste post, você vai conhecer alguns modelos de canais de vendas no ambiente digital, descobrir os mais lucrativos e a importância da integração. Boa leitura!

Quais os principais modelos de canais de vendas on-line?

A seguir, apresentaremos alguns modelos e, a partir daí, os gestores podem identificar os mais interessantes para seus objetivos. 

Marketplace

São portais que abrigam diferentes sellers (pessoas ou lojas virtuais). Com funcionamento semelhante a um shopping físico, neles, os vendedores podem expor seus produtos. Os clientes incluem as compras em um só carrinho e o vendedor recebe o valor do produto no prazo pré-determinado. Em troca, paga uma mensalidade e/ou comissão para isso, dependendo do contrato oferecido.

Comparadores de preço

São sites em que o usuário pode pesquisar pelos preços e condições de um mesmo item em muitas lojas virtuais. O e-commerce cadastra seus produtos, cria tags e palavras-chave para que possam ser encontrados com mais facilidade pelo comprador, que compara tudo em uma só página. Valores, fretes, condições de entrega e quantidade disponível são alguns dos pontos que podem ser levados em conta.

Redes sociais

Além dos grupos de vendas, algumas redes sociais oferecem a possibilidade de apresentar seus produtos ali mesmo ou direcionar o público para o e-commerce. Como cada vez mais as pessoas tendem a utilizar seus perfis para diferentes atividades, crescem as chances de gerar conversões e vendas.

Por que utilizar diferentes canais?

Basicamente, o e-commerce pode utilizar uma gama de recursos que custaria muito se ele tivesse que arcar sozinho, e por um preço razoável. Afinal, alguns canais de venda on-line cobram apenas taxas por venda concretizada ou anúncios nas primeiras posições quando o usuário fizer alguma busca.

Além do baixo custo de operação, podemos listar estes benefícios!

Alta rentabilidade

Um dos principais canais, os marketplaces apresentaram ótimo desempenho de acordo com o ebit. Segundo o 37º relatório da entidade, o Webshoppers, o setor vendeu mais de R$ 73 bilhões em 2017. Esse é só um exemplo, mas nota-se que o e-commerce tem a possibilidade de atrair o público por várias frentes, o que potencializa seus rendimentos.

Maior abrangência

Uma pequena ou média loja virtual dificilmente conseguiria o mesmo tráfego de usuários que um grande canal de vendas. Apesar da concorrência com outros vendedores, essa característica permite vender muito mais, direcionar os clientes para o e-commerce e, assim, fidelizá-los.

Possibilidade de utilizar recursos como SEO

Por meio dos canais apresentados, o e-commerce pode criar conteúdo e, dessa maneira, obter um bom ranqueamento nos motores de busca. Portanto, é fundamental dar atenção às descrições, apresentando não só palavras-chave e tags eficientes, como também imagens, vídeos e informações completas.

Também é possível contar com os anúncios publicados pelos canais nos buscadores, redes sociais, sites parceiros, entre outras ferramentas de divulgação.

Quais os maiores canais de venda on-line do país?

Vamos aos maiores nomes dos três canais de vendas on-line apresentados? Acompanhe!

Mercado Livre

Maior marketplace da América Latina, o Mercado Livre atua em 12 países, como Argentina, Uruguai, Paraguai e até Portugal, mas é o Brasil o responsável por 50% do seu faturamento. Com um crescimento anual de 31%, segundo cálculos da Reuters, o ML é o mais popular do país. Nele, estão mais de duas mil categorias de produtos, entre novos e usados.

Buscapé

Pioneiro entre os comparadores de preços, o Buscapé é o principal nome do segmento. Desenvolvido em 1999, a plataforma contou com um investimento inicial de R$ 4.800 e uma ideia simples: fazer o consumidor escolher entre as melhores opções e receber uma pequena comissão dos lojistas.

B2W

A marca surgiu depois da fusão entre os sites Submarino, Soubarato, Shoptime e Americanas em 2006. O foco é o segmento de eletrônicos, mas é possível encontrar de tudo nesses marketplaces. Juntos, os sites do grupo vendem mais de R$ 10 bilhões por ano (valor bruto das vendas).   

CFG

O grupo detém o controle de marketplaces do segmento de moda e calçados. São as marcas Kanui, Dafiti e Tricae, algumas das mais populares no país. Juntos, os três sites apresentam mais de 10 milhões de visitas por mês.

Walmart

O foco do Walmart virtual são produtos variados, em especial na categoria de eletrônicos. Basicamente, é possível encontrar os produtos vendidos nas lojas físicas, além de uma infinidade de itens oferecidos pelos sellers.

A marca Walmart.com começou nos Estados Unidos, em 2000, na cidade de São Francisco. A empresa também atua no Brasil, Argentina, África do Sul, Canadá, Japão, Reino Unido, México, Chile e China.

Facebook Marketplace

Em 2016, o Facebook buscou inovar em seus serviços destinados aos negócios virtuais e lançou seu próprio marketplace. Assim, as marcas poderiam apresentar seus produtos, desenvolver campanhas juntamente com o Facebook Ads e ampliar seus resultados. Há pouco, a rede social ampliou os serviços, permitindo que usuários promovam seus produtos no canal.

Como integrar os canais de vendas?

Plataformas como a Simplo7 oferecem soluções para integrar o e-commerce com os principais canais de venda on-line. Dessa forma, os responsáveis podem gerenciar as vendas de ambos em uma só interface, determinar preços conforme demanda do público-alvo, gerenciar repasses, entre outras funções.

É possível gerar relatórios de cada um e cruzar dados, por exemplo, o que permite desenvolver estratégias mais consistentes, além de favorecer a tomada de decisões assertivas e que geram mais resultados. O estoque pode até ser o mesmo para todos eles, contudo, a gestão precisa ser unificada para evitar o desconforto de vender o mesmo item para compradores distintos.

O lojista que tem interesse em utilizar os múltiplos canais de venda on-line deve entender que é fundamental manter o controle do estoque. A partir da gestão centralizada, o e-commerce tem um grande diferencial competitivo, potencializa seus recursos e gera muito mais lucro.

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